Desde seu primeiro mandato, Donald Trump expressou abertamente seu desejo de ter seu rosto esculpido no icônico Monte Rushmore, onde estão as figuras de George Washington, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln e Theodore Roosevelt. Em conversas com a então representante Kristi Noem, Trump revelou que esse era seu “sonho”. No entanto, a ideia de adicionar seu rosto ao memorial histórico gerou debates entre especialistas e autoridades.
Recentemente, o desejo de Trump ressurgiu com a introdução de um projeto de lei na Flórida, que visa solicitar ao Secretário do Interior que providencie a escultura de sua imagem no Monte Rushmore. O secretário Doug Burgum, em uma entrevista, mencionou que havia espaço para um novo rosto. Contudo, o Serviço Nacional de Parques, responsável pela supervisão do memorial, afirmou que o Monte Rushmore é considerado uma obra de arte completa e que não há locais viáveis para novas esculturas.
A discussão sobre a adição de um novo rosto levanta questões filosóficas e geológicas. A primeira diz respeito à relevância e ao significado de se adicionar um novo presidente ao monumento. A segunda se concentra na viabilidade técnica, uma vez que a rocha do Monte Rushmore possui fissuras e limitações que dificultam a escultura de novas faces. Especialistas afirmam que seria “extremamente difícil, senão impossível”, esculpir um novo rosto sem comprometer a integridade do monumento.
A busca de Trump pelo Prêmio Nobel da Paz
Donald Trump, durante seu mandato, expressou repetidamente seu desejo de ganhar o Prêmio Nobel da Paz. Ele se comparou a Barack Obama, que recebeu o prêmio em 2009, e manifestou frustração por não ter sido reconhecido. Em 2025, Trump declarou: “Eles nunca me darão um Prêmio Nobel da Paz. Eu mereço, mas eles nunca me darão”, refletindo sua crença em suas contribuições para a paz.






