O sorvete coreano de feijão vermelho, também chamado de anko, tem ganhado espaço no Brasil. O doce chamou a atenção na 5ª edição da Sulserve, a feira de panificação, food service e hotelaria realizada em Novo Hamburgo (RS).
Este sorvete é moldado como um peixe, envolto por uma casquinha de waffle, com recheio de creme e anko, uma pasta de feijão vermelho bastante comum na culinária sul-coreana. Embora distintiva, essa combinação atraiu olhares curiosos e paladares aventureiros, gerando tanto críticas quanto elogios dos brasileiros presentes na feira.
A aceitação do sorvete está ligada à influência cultural coreana no Brasil, impulsionada pela popularidade do K-pop e dos doramas. Este fenômeno cultural tem facilitado a introdução de novos sabores que desafiam o gosto tradicional dos consumidores locais. Apesar de alguns brasileiros expressarem preferência por sabores convencionais, muitos estão cada vez mais dispostos a experimentar essa iguaria exótica.
Por que o sorvete de feijão vermelho se destaca
A singularidade do sorvete coreano reside no uso da pasta de feijão vermelho, que é uma adição tradicional em sobremesas na Coreia do Sul, como o patbingsu. Este doce, feito com gelo raspado e anko, tornou-se um hit entre os coreanos. O método de preparação do sorvete de feijão vermelho, que inclui camadas de creme e feijões inteiros, é bem aceito e elogiado por sua textura cremosa e sabor suave.
O sorvete de feijão vermelho simboliza a troca cultural contínua entre a Ásia e o Brasil. Essa conexão foi reforçada pela crescente aceitação de produtos culturais coreanos, que abriram caminho para a aceitação de novidades gastronômicas no Brasil. Este evento destaca como a gastronomia se tornou um ponto de união entre as duas culturas, permitindo trocas ricas e inovadoras.






