Avanço da vacinação inibe o uso de máscaras no Brasil

Especialistas alertam para perigo no descumprimento das normas e para a importância de utilizar as máscaras que garantem maior proteção contra o vírus

Avanço da vacinação inibe o uso de máscaras no Brasil
Foto: REUTERS / Rahel Patrasso

O aumento no número de vacinados e o recuo da pandemia na maioria dos estados brasileiros vêm provocando uma queda no uso de máscaras pela população. De acordo com os especialistas em saúde, as máscaras ainda permanecerão por um bom tempo na rotina dos brasileiros até que o vírus esteja totalmente controlado no País. O relaxamento no uso da proteção pode atrasar ainda mais este processo de combate ao Coronavírus.

Os Estados Unidos são um exemplo de que mesmo com a população vacinada e os casos em declínio, interromper o uso de máscaras pode ter sido uma decisão precipitada. Alguns locais, como Los Angeles, optaram por retroceder e voltaram a ordenar o uso de máscaras em estabelecimentos fechados diante do aumento de casos e do ingresso de novas variantes no país.

Proteção

O uso de máscaras que seguem as normas da Anvisa e das agências internacionais de saúde, como a FFP2 ou N95, mais efetivas no combate à transmissão viral, deve ser mantido. No Brasil a indicação é utilizar máscaras que sigam a norma NBR 15052, como a que é fabricada pela Softys, empresa líder na América Latina em produtos de higiene e cuidados pessoais, detentora das marcas, Elite, Kitchen, Sublime, Babysec, Ladysoft, Cotidian e Elite Professional Melhoramentos, que garante 95% de proteção contra bactérias e 98% de filtração de partículas.

Embora máscaras de pano também contribuam para a proteção contra o Coronavírus, diversos estudos deixam cada vez mais claro que sua eficiência pode ser limitada.

*Release enviado pela Softys

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