No dia 21 de março de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou um importante avanço no setor militar: o desenvolvimento do caça F-47, considerado o primeiro modelo de sexta geração do mundo. Durante uma cerimônia no Salão Oval, acompanhado pelo Secretário de Defesa, Pete Hegseth, Trump destacou que o novo jato é “algo que ninguém viu antes” e que sua versão experimental já está em voo há quase cinco anos.
Boeing em destaque
A Boeing foi escolhida para liderar o projeto do F-47, após uma competição rigorosa entre as principais empresas do setor aeroespacial. Trump enfatizou a seriedade do processo, afirmando que a Força Aérea dos EUA fez uma escolha criteriosa em favor da Boeing para a nova plataforma de dominância aérea. Essa decisão marca uma mudança significativa, já que anteriormente a Lockheed Martin era a principal fornecedora de caças, com o F-35 enfrentando problemas de custo e cronograma.
O contexto do F-35
O programa F-35, que começou em 2001, prometia um custo inicial de cerca de US$ 200 bilhões, mas atualmente os gastos superam os US$ 2 trilhões. O CEO da Lockheed Martin havia garantido que o F-35 seria “capaz e acessível”, mas ao longo do tempo, o programa enfrentou críticas, incluindo de figuras como Elon Musk, que defende o uso de drones não tripulados como uma alternativa mais econômica e eficiente.
O programa Next Generation Air Dominance (NGAD) visa criar um caça mais avançado que o F-35, com foco na superioridade aérea. A escolha do F-47 representa um passo significativo na modernização das forças armadas dos EUA, refletindo a necessidade de inovação em um cenário global em constante mudança.
