O ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, é uma das principais fontes de renda dos estados brasileiros. Ele é cobrado em operações de venda de produtos e na prestação de serviços como transporte e comunicação. Em Minas Gerais, esse imposto tem papel essencial no financiamento de serviços públicos e obras de infraestrutura.
Em 2025, o ranking das cidades mineiras que mais arrecadam com o ICMS até agosto mostra a força econômica de algumas regiões do estado. Belo Horizonte, a capital, aparece no topo da lista, seguida de perto por Betim, cidade que abriga grandes indústrias e montadoras.
Esses números refletem a diversidade econômica de Minas Gerais, com municípios que se destacam tanto na indústria quanto no comércio e nos serviços. As dez cidades que mais geram receita com o ICMS movimentam bilhões de reais todos os anos.
Liderança da capital e destaque do interior
Belo Horizonte ocupa o primeiro lugar, com R$ 7,4 bilhões arrecadados, enquanto Betim aparece logo atrás, com R$ 7,3 bilhões — impulsionada, principalmente, pelo setor automotivo. Uberlândia, com R$ 3,8 bilhões, mostra a força do Triângulo Mineiro como polo logístico e comercial.
Contagem, outro importante centro industrial, aparece em quarto lugar, com R$ 3,1 bilhões. Extrema, que tem atraído empresas de tecnologia e logística, figura na quinta posição, com mais de R$ 2 bilhões em arrecadação.
No Sul de Minas, Varginha e Pouso Alegre mantêm bom desempenho, com R$ 1,2 bilhão cada, impulsionadas por indústrias e exportações. Uberaba, Sete Lagoas e Juiz de Fora completam a lista das dez maiores arrecadadoras.
Esses dados mostram como diferentes regiões de Minas contribuem para o desenvolvimento do estado. A força do interior, aliada ao peso econômico da Região Metropolitana, confirma o papel de Minas Gerais como um dos motores da economia brasileira.
