Recentemente, a Tesla, a montadora de veículos elétricos liderada por Elon Musk, tornou-se alvo de uma série de protestos violentos que foram classificados pelas autoridades dos Estados Unidos como “terrorismo doméstico”. Em resposta a esses eventos, o FBI anunciou a criação de uma força-tarefa para investigar os atos de vandalismo e outras atividades hostis direcionadas à empresa.
O movimento “Tesla Takedown”
Os protestos têm sido organizados sob o movimento denominado “Tesla Takedown”, que busca expressar descontentamento com a influência de Musk como chefe do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) da Casa Branca. A insatisfação se intensificou devido à relação entre Musk e o ex-presidente Donald Trump, especialmente em relação a cortes de funcionários do governo e ao cancelamento de contratos de financiamento humanitário.
Incidentes de vandalismo
Nos últimos dias, a situação se agravou, resultando em diversos incidentes de vandalismo. Relatos indicam que Cybertrucks foram incendiados, balas e coquetéis molotov foram disparados contra showrooms da Tesla, e estações de carregamento de veículos elétricos foram vandalizadas. Em Las Vegas, por exemplo, cinco veículos foram danificados, com dois deles sendo completamente consumidos pelas chamas. Além disso, pichações com a palavra “Resist” foram encontradas nas fachadas de algumas instalações.
O FBI declarou que está levando a sério o aumento da violência contra a Tesla e que medidas adicionais estão sendo tomadas para coordenar a resposta a esses atos. Embora os detalhes sobre essas ações não tenham sido especificados, a polícia federal está engajada em reprimir a atividade criminosa relacionada aos protestos.
As manifestações contra a Tesla não se limitam a atos violentos; também houve protestos pacíficos em concessionárias e fábricas na América do Norte e na Europa. Alguns proprietários de veículos da Tesla expressaram sua insatisfação prometendo vender seus carros ou colando adesivos de protesto.
