A recente proposta de abertura de uma casa de prostituição na entrada do bairro Passárgada, especificamente na Rua dos Pescadores, gerou uma onda de indignação entre os moradores. O local, que anteriormente abrigava um mini-mercado, agora se torna foco de uma controvérsia que toca em questões sociais e de segurança.
Reação da Associação de Moradores
A Associação dos Moradores da Passárgada emitiu uma nota oficial expressando sua “profunda preocupação e indignação”. Os residentes enfatizam que a instalação de um estabelecimento desse tipo é incompatível com os valores da comunidade, que é predominantemente familiar e reconhecida como um destino turístico na região. A nota destaca: “A Passárgada é uma comunidade de famílias e altamente turística que valoriza um ambiente seguro e saudável para criar seus filhos.”
Além das preocupações sociais, a Associação ressalta que a atividade proposta contraria o Artigo 229 do Código Penal, que proíbe a manutenção de casas destinadas à prostituição. Os moradores também citam estudos que indicam que a presença de tais estabelecimentos pode elevar os índices de criminalidade e desvalorizar os imóveis na área, afetando diretamente o bem-estar da comunidade.
Diante desse cenário, os moradores estão se mobilizando para impedir a abertura do estabelecimento. Uma petição online já foi iniciada, buscando apoio da população em geral. A comunidade reafirma sua determinação em preservar a segurança e a tranquilidade do bairro, reforçando a ideia de que a Passárgada deve continuar sendo um ambiente seguro para suas famílias e visitantes.
A luta da comunidade de Passárgada contra a abertura da casa de prostituição não é apenas uma questão local, mas um reflexo de como as comunidades podem se unir para defender seus valores e proteger o que consideram essencial para seu bem-estar.
