Carlo Ancelotti, técnico de renome internacional, tem atraído atenção não só pelo desempenho à beira do campo, mas também por um hábito curioso: mascar chiclete durante as partidas. Na estreia como técnico da Seleção Brasileira contra o Equador, ele mascou nove chicletes ao longo dos 90 minutos. Essa prática particular despertou a curiosidade de muitos, destacando o Big League Chew Bubble Gum que ele utiliza. Este chiclete, conhecido por seu sabor duradouro, custa aproximadamente 2 euros na Europa, refletindo o gosto de Ancelotti pelos prazeres simples.
Por que o Chiclete?
O hábito de Ancelotti remonta aos anos 2000, uma época marcada por mudanças nas regras do futebol. Após a proibição do fumo nas bordas dos campos pela FIFA, ele passou a mascar chiclete. Essa substituição provavelmente visa aliviar a tensão e manter a calma durante os jogos, aspectos essenciais no competitivo cenário esportivo.
Mascar chiclete se tornou uma das marcas registradas de Ancelotti. Além de proporcionar um alívio pessoal, o hábito pode ser explorado como um elemento de marketing. Especialistas já especulam sobre o potencial desse costume em associar marcas esportivas ao técnico. As empresas podem se interessar em aproveitar a visibilidade de Ancelotti e o uso desse chiclete em suas campanhas promocionais.
O próximo desafio de Ancelotti com a Seleção Brasileira será contra o Paraguai, na NeoQuímica Arena, no dia 10 de junho. Espera-se que ele continue com seu notável hábito durante a partida, reforçando sua presença à beira do campo com calma e estratégia. Em meio à preparação para esse confronto, o uso do chiclete surge não apenas como uma curiosidade, mas como uma estratégia pessoal de gestão de estresse.
