Natural do Rio de Janeiro e revelado pelo Cruzeiro, Ronaldo Luís Nazário de Lima se tornou um dos maiores craques do futebol brasileiro. Ídolo mundial, ele vestiu camisas de gigantes como PSV, Barcelona, Inter de Milão, Real Madrid, Milan e Corinthians.
Durante sua carreira, foi eleito o melhor jogador do mundo três vezes, em 1996, 1997 e 2002. Além disso, brilhou pela Seleção Brasileira, conquistando duas Copas do Mundo: em 1994, ainda como reserva, e em 2002, como artilheiro com oito gols.
Ronaldo encerrou sua trajetória nos gramados em 2011 e, desde então, se dedica ao mundo dos negócios. Hoje, o “Fenômeno” também é lembrado como empresário de sucesso, mas seu legado como jogador continua imbatível.
A mãe e o “bilhete premiado”
A trajetória do craque ganhou um novo capítulo curioso em uma entrevista de sua mãe, Sônia Nazário. De maneira descontraída, ela revelou um detalhe dos anos 90, quando era frequentadora assídua das loterias.
Sônia contou que apostava toda semana na esperança de mudar a vida da família. O sonho era ganhar um prêmio que trouxesse estabilidade financeira, algo comum na rotina de milhões de brasileiros.
Mas, segundo ela, o verdadeiro “bilhete premiado” já estava dentro de casa. Enquanto ela sonhava com os números da sorte, Ronaldo corria pela sala com a bola, quebrando vasos e móveis.
Com bom humor, Sônia resumiu sua lembrança: “Eu jogava na loteria todas as semanas para mudar nossa vida, mas não sabia que o bilhete premiado já estava ali, chutando bola dentro de casa”.






