O Governo Federal emitiu um comunicado alertando sobre a necessidade de substituir a carteira de identidade antiga pelo novo modelo, a Carteira de Identidade Nacional (CIN). A mudança, que utiliza o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como registro único, visa modernizar e aumentar a segurança nos sistemas de identificação. O prazo para essa transição é fevereiro de 2032, mas autoridades recomendam que a troca não seja deixada para o último momento.
A introdução da CIN tem como objetivo combater fraudes e inconsistências presentes nos sistemas de identificação antigos. Anteriormente, uma pessoa podia ter diferentes números de RG em estados distintos, o que facilitava a ocorrência de golpes. Com o uso do CPF como número único de identificação, a segurança é reforçada. Técnicas modernas, como o QR Code, são adicionadas para agilizar verificações.
Como obter a nova carteira?
Para obter a CIN, os cidadãos devem procurar a Secretaria de Segurança Pública do estado onde estão. É necessário apresentar a certidão de nascimento ou casamento. A primeira solicitação é gratuita, enquanto a segunda via pode ter custo variando conforme o estado. A nova carteira está disponível em quase todo o Brasil, exceto em Roraima.
A CIN não apenas moderniza o sistema de identificação, como também facilita viagens aos países do Mercosul, incorporando o código MRZ. Conforme dados do Ministério da Gestão, 17,7 milhões de brasileiros já têm o novo documento. O governo fixou uma meta de emitir cerca de 130 milhões de CINs até 2026, esperando que grande parte da população adote o novo modelo ainda antes do prazo de transição expirar.
O uso do CPF como número único visa aumentar a segurança, eliminando a possibilidade de emissão de múltiplas identidades por uma mesma pessoa em diferentes estados. Isso não só dificulta fraudes, mas também melhora o cadastro administrativo, assegurando um acesso mais qualificado aos serviços públicos.
