Recentemente, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) destacou os setores que mais empregam no Brasil: comércio, turismo e serviços. Durante um evento em Brasília, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, ressaltou que o comércio é fundamental para o desenvolvimento econômico do país e o principal responsável pela geração de empregos.
Recuperação do emprego formal
O ministro em exercício do Trabalho e Emprego, Francisco Macena, apresentou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicando uma recuperação significativa do emprego formal. Em janeiro, o Brasil quase zerou o déficit de empregos, refletindo um cenário otimista para a economia. Macena também mencionou parcerias com a CNC para promover a qualificação profissional, uma demanda crítica para o setor.
O governo lançou o Programa Crédito do Trabalhador, que já registrou mais de 60 milhões de simulações de empréstimos, totalizando R$ 370 milhões contratados. A maioria dos pedidos vem do comércio e serviços, que antes não tinham acesso a crédito consignado. Essa iniciativa visa melhorar a situação financeira dos trabalhadores, substituindo dívidas caras por opções com juros mais baixos.
Agenda institucional do sistema comércio 2025
A Agenda Institucional do Sistema Comércio 2025 foi elaborada com a contribuição de representantes de Fecomércios de todo o Brasil. O documento propõe reformas estruturais e melhorias na infraestrutura, além de destacar a importância da adaptação às novas tecnologias. José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, afirmou que a agenda reflete as aspirações de milhões de empreendedores e trabalhadores.
Com a divulgação dos dados preliminares do Novo Caged, as expectativas para o futuro são positivas. O setor terciário, especialmente o comércio e o turismo, deve continuar liderando a criação de empregos formais, consolidando sua posição como um pilar fundamental da economia brasileira.
