“Rezo para que o vírus não chegue ao Brasil da forma que foi aqui”, diz itabirana que mora na Itália

A itabirana Isabela Vieira conversou com a reportagem da DeFato e contou como tem sido os dias na região que contabiliza um dos maiores índices de mortes pela pandemia do coronavírus

“Rezo para que o vírus não chegue ao Brasil da forma que foi aqui”, diz itabirana que mora na Itália

Todas as pessoas de máscara, sem aglomeração nas ruas. Esse é o cenário descrito pela itabirana Isabela Vieira, de 22 anos, moradora da cidade de Verona, no norte da Itália.  A jovem conversou com a reportagem da DeFato e contou como tem sido os dias na região que contabiliza um dos maiores índices de mortes pela pandemia do coronavírus. 

“Rezo para que não chegue ao Brasil da forma que foi aqui”. A palavras de Isabela resumem um pouco do que os moradores da Itália têm vivido desde a explosão do número de casos de Covid-19, que tem até o momento um total de 13.915 mortes e 115.242 infectados.

A Itália decretou quarentena oficial no dia 9 de março e voltaria às atividades nesta sexta-feira (3), mas com o crescente número de mortes e contaminados, o governo local decidiu estender o isolamento até o dia 17 deste mês.

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Sobre o funcionamento da cidade, a itabirana conta que os italianos têm respeitado e cumprido a determinação de isolamento. “Os supermercados estão fazendo filas do lado de fora, cada pessoa respeitando o limite de 1 metro. Quando você entra, continua na fila. Uma pessoa mede sua temperatura antes entrar. Eles também colocaram do lado de fora as luvas de plástico, pra você já entrar utilizando. Todas as pessoas usam máscaras, e não vê aglomeração de gente nas ruas”, conta Isabela.

Confira o vídeo que a itabirana Isabela fez para a DeFato

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