2026: com que roupa eu vou?
A forma mais indicada de decidir com que “roupa” começar o ano novo é ter acesso a informações, conhecer as variáveis do seu negócio e estar bem assessorado

2025 está chegando ao fim. 2026 se aproxima como um ano que será acompanhado de muitos feriados emendáveis, eleições, Copa do Mundo… Esse tempo de virada e renovações, traz uma série de superstições que ressuscita sempre uma pergunta que recentemente ganhou novos significados: “com que roupa eu vou?”.
Vermelho pode não significar paixão.
Amarelo pode não significar prosperidade.
Entrar com o pé direito pode não significar sorte.
Entrar com o pé esquerdo pode não significar azar.
Tradicionalmente as festas de final de ano servem para confraternizar, comemorar as conquistas do ano que acaba, trocar presentes e fazer planos para o ano que começa.
A tomada de decisões pode pautar todos os próximos 365. A forma mais indicada de decidir com que “roupa” começar o ano novo é ter acesso a informações, conhecer as variáveis do seu negócio e estar bem assessorado.
No campo do Direito, essa lógica se mostra ainda mais evidente. Toda escolha — empresarial, patrimonial ou pessoal — carrega efeitos jurídicos que se projetam no tempo, muitas vezes de forma silenciosa. Planejar, prevenir e decidir com base em orientação técnica não é excesso de cautela, mas exercício de responsabilidade. O Direito não existe apenas para resolver conflitos, mas, sobretudo, para evitá-los, oferecendo segurança, previsibilidade e equilíbrio às decisões que moldam o futuro.
Não basta contar com a sorte. As grandes decisões não são fruto do acaso, são frutos de uma percepção aguçada e bem pensada. Ter discernimento para fazer escolhas certeiras é o que define se teremos ou não sucesso em 2026. Não importa se vamos festejar no Havaí ou em um bairro do Rio de Janeiro, se a tomada de decisão é não é consciente e responsável.
E “não é nada contra a sorte, mas vamos combinar: sorte não depende de você, depende de sorte”. O que eu desejo é que você comece o ano novo da melhor forma. Simplesmente comece. Pois o ano vai começar, quer você queira, quer não.
Sobre os colunistas
Pedro Moreira é advogado, pós-graduado em Gestão Jurídica pelo IBMEC e mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Atua nas áreas do direito civil e administrativo em Itabira e região.
Anna Karolina é advogada, pós-graduada em Direito de Família e Sucessões pela EBRADI. Atua nas áreas do direito civil, sucessório e imobiliário em Itabira e região.
Eles são sócios do escritório Pedro Moreira Advocacia e Gestão Jurídica.




