Vereadores questionam gestão da Câmara de João Monlevade
Apontamentos de Pastor Carlinhos e Djalma Bastos foram sobre uso do Plenário e liberação de projetos para votação
O presidente da Câmara de João Monlevade, Leles Pontes (Republicanos), foi questionado por duas ações em sua gestão. A primeira foi sobre a liberação de projetos sem comunicação ao autor da proposta. A segunda foi sobre a liberação de uso do Plenário para terceiros.
Os autores das indagações foram os vereadores Djalma Bastos (PSD) e Pastor Carlinhos (MDB). Os dois já foram presidente da Câmara em outras gestões. O primeiro disse não ter sido consultado sobre a liberação de parecer para tramitação, junto às comissões de um polêmico projeto de sua autoria. A proposta era de suspender a folga de dois dias do servidor, em virtude de seu aniversário.
Djalma ficou sabendo da liberação do projeto a partir de uma matéria da DeFato. Tão logo leu, ele encaminhou ofício ao presidente, pedindo a suspensão de tramitação por tempo indeterminado. Ele justificou que não era o momento, diante do que é vivido pelo servidor público municipal, em especial por não terem tido reajuste salarial.
Sobre este fato, Djalma dirigiu-se especificamente a Leles. “Peço à presidência que quando tiver projeto nesse sentido, consulte o autor da proposição, que facilita as coisas”, enfatizou.
Uso do plenário
Outra apontamento ao presidente foi com relação à regularização de espaços públicos. “Podiam aproveitar esse projeto e regulamentar o uso dessa Casa. Fazer um regulamento da Câmara, até pra dar tranquilidade ao vereador. Se regularizasse a situação não teríamos uso a perder o rumo. É uso da Câmara em feriado, finais de semana, hora extra de servidor. É complicado”, declarou o Pastor. Leles Pontes não rebateu a nenhum dos apontamentos.




