Decotelli culpa “imperfeições curriculares e antibolsonarismo” por queda como ministro da Educação
Decotelli atualizou o currículo na última semana e incluiu que foi Ministro da Educação
O professor Carlos Alberto Decotelli, atribui sua saída do Ministério da Educação a “imperfeições curriculares, racismo e antibolnarismo”. As justificativas apontas por ele se deve ao fato de ter sido nomeado para o maior cargo MEC em 25 de junho. Contudo, ele não tomou posso após recorrentes polêmicas à cerca do currículo apresentado por ele próprio.
No dia 1º de julho, o Diário Oficial da União (DOU) publicou tornando sem efeito o decreto de 25 de junho de 2020, nomeando Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação.
O professor enviou carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Isso antes mesmo da posse por causa de polêmicas envolvendo desmentidos de universidades quanto a informações que constam no seu currículo.
Quando apresentou o novo ministro, o presidente listou alguns títulos acadêmicos do economista, incluindo um doutorado na Universidade de Rosário, na Argentina, e um pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha. As duas titulações, no entanto, foram negadas pelas universidades. Decotelli editou o seu currículo na Plataforma Lattes logo depois, corrigindo as informações. Já na última semana, ele acrescentou a informação de que foi foi ministro da Educação entre os dias 25 e 30 de junho do ano de 2020.




