Pelé, 80 anos: o talento do gênio que até os craques da época chamam de rei
Jogadores que atuaram ao lado e contra o maior jogador de todos os tempos falam do talento, da simplicidade, mas também da malícia do mito.
Pelé completará 80 anos na sexta-feira e desde ao menos os 10 encantou pessoas pelo que conseguia fazer com a bola. Das categorias de base do Bauru Atlético Clube, conhecidas como Baquinho, à Seleção Brasileira, sempre se destacou, para delírio dos torcedores e dos companheiros de profissão. Entre os que atuaram ao lado do Rei e também os que o enfrentaram há unanimidade em reconhecê-lo como o maior de todos os tempos.
“Sempre fui fã de Pelé! Quando o conheci fiquei impressionado, pois ele conversava com todo mundo, era acessível, humilde”, afirma o ex-atacante Dario, o Dadá Maravilha, que jogou tanto ao lado do camisa 10 – na Seleção Brasileira que acabaria campeã do mundo em 1970 – quanto contra, defendendo Atlético.
Se havia admiração antes de conhecer o Atleta do Século 20, isso ficou ainda maior depois do contato pessoal. “Eu pensava: ‘Se Pelé, o melhor de todos, treina tanto, também tenho de treinar’. E me matava nos treinamentos”, diz.