O ano em que a Terra parou: fatos que marcaram Minas em 2020
Morte na pandemia de Covid-19, intoxicação por cerveja, desastres provocados por chuvas e queimadas são cenas de 365 dias que ficarão para a história
Quando o relógio indicar a virada das 23h59 para a 0h de 31 de dezembro para 1º de janeiro de 2021, ficará para trás 2020 e acontecimentos que a sociedade deseja que nunca mais voltem a ocorrer. Afinal, foi um ano em que o mundo parou por causa da pandemia da Covid-19.
No entanto, para a população de Belo Horizonte, os primeiros dias de 2020 já indicavam que não seriam tempos fáceis, uma vez que, logo em janeiro, várias pessoas foram intoxicadas por consumo de cerveja, sem contar as chuvas que devastaram a capital mineira dias depois.
Tudo caminhava para a volta da normalidade, com a realização do carnaval nas ruas de Belo Horizonte, que atraiu 4,5 milhões de pessoas – sendo 211 mil turistas –, o que fez com que fosse o melhor da história da capital mineira, de acordo com a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur).
Mas a aglomeração que dava gosto de ver nas ruas começou a ser evitada ao máximo a partir de 11 de março, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a contaminação pelo novo coronavírus tinha virado pandemia.
Desde então, a rotina da população em escala global mudou. Cuidados passaram a ser redobrados para evitar a contaminação pela Covid-19. Em Belo Horizonte, por exemplo, vários estabelecimentos de diversos segmentos não puderam abrir.
Aqueles que tinham autorização para funcionar, como restaurantes, foram obrigados a mudar a rotina de trabalho, substituindo o tradicional self-service por delivery. As ruas ficaram vazias. O trabalho em casa passou a ser adotado em grande parte dos setores da economia.
No entanto, os números da pandemia no Brasil foram aumentando cada vez mais, deixando personalidades como vítimas e milhares de famílias em luto após a perda de entes queridos.
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