Mutação do coronavírus gera novo alerta para barrar disseminação no Brasil
Cientistas acreditam que a cepa P1 do coronavírus descoberta no Brasil é mais letal e tem maior velocidade de propagação. Prevenção já deve ser reforçada
O vírus causador do coronavírus evolui sem dar trégua às preocupações dos cientistas, num momento que poderia trazer alívio maior com a chegada da vacina. Desde o princípio da pandemia, foram identificadas cerca de 800 linhagens do Sars-CoV-2.
O receio surge quando uma variante toma proporções de transmissão significativas, como ocorreu com as novas versões identificadas no Reino Unido, na África do Sul, e, agora, no Brasil. Ainda que a compreensão sobre o comportamento do novo coronavírus não seja perfeita, a rapidez na disseminação é uma das características das novas cepas.
Essa constatação leva também a questionamento sobre a eficiência das vacinas, além de evidenciar, quando se pensa no Brasil, as limitações em vigilância e monitoramento, e a importância de mapear a ocorrência das versões mutantes do coronavírus, que se espalham no país.
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