Com política de ‘pés no chão’, São Paulo vislumbra 2021 de retomada
Principal desafio é harmonizar a tarefa de administrar a dívida herdada que supera a casa dos R$ 500 milhões com a missão de formar um time competitivo.
E o principal desafio nesse período é harmonizar a tarefa de administrar a dívida herdada que supera a casa dos R$ 500 milhões com a missão de formar um time competitivo. "Reconhecemos que devemos e vamos dialogar. Escalonamos as prioridades e seguramos os custos. O torcedor quer conquista, mas aqui é humildade e pé no chão. Quero um time forte que esteja sempre em finais, semifinais. Assim, vai aumentar a chance de ser campeão", afirmou Casares.
Reverter o quadro financeiro é uma questão que prioriza as ações da cúpula são-paulina para fazer o time crescer em todos os sentidos. "O São Paulo precisa de eficiência e velocidade. Assumimos dívidas que precisam ser quitadas a curto prazo. Algumas na Fifa e isso nos preocupa. Nós tivemos que nos ordenar Olhando a questão do futebol, mas olhando para fora do campo de forma técnica. Começamos a traçar o realinhamento dessa dívida, conversando com os credores. Foi o que nós fizemos. Tiramos a pressão do curtíssimo prazo, escalonamos algumas prioridades, quitamos outras por questão emergencial. Logo no primeiro trimestre, nós reduzimos os curtos de nossas despesas em 10%."
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