Vale diz que afundamento de draga em Itabira não teve impactos ambientais
Fernando Carneiro ressaltou que a companhia tomou ações imediatas para conter derramamento de combustível no rio do Peixe
O gerente de operações da Vale em Itabira, Fernando Carneiro, informou que a mineradora contrata uma empresa de resgate marítimo para recuperar a draga que afundou no rio do Peixe, próximo ao bairro Bálsamos. O executivo garantiu que o acidente não teve danos ambientais e que todo o óleo que vazou no curso d’água foi coletado.
Carneiro se posicionou sobre o acidente na Câmara de Vereadores de Itabira, na reunião dessa terça-feira, 25 de abril, atendendo à solicitação dos legisladores.
O afundamento da draga ocorreu no último dia 10, por volta de 1h da madrugada na área da companhia e não teve feridos. A draga, utilizada na barragem do rio do Peixe, afundou parcialmente no leito do rio.
Segundo o gerente de operações, trabalhadores que iriam operar a draga perceberam que o equipamento afundava e acionaram a supervisão e a Gerência de Meio Ambiente da empresa. As ações para conter um derramamento de óleo da draga foram imediatas, conforme o executivo da Vale.

Ele detalhou que todo o óleo do motor e do equipamento foi cercado e coletado com flutuadores. Na data, técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Ordem Pública estiveram no local. No dia seguinte, compareceram também ao rio do Peixe profissionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad).
“Não tivemos nenhum dano ambiental. O problema que existe hoje lá é um problema interno da Vale. Nós precisamos resgatar o equipamento, que está com uma parte afundada e outra flutuando. Temos que horizontalizar o equipamento e já está praticamente fechada a contratação de uma empresa especializada em resgate marítimo”, reiterou o executivo.