As máscaras caíram! Anvisa retira obrigatoriedade do uso de máscaras em aeronaves e aeroportos
A disponibilização de álcool em gel, a realização de limpeza e desinfecção, o funcionamento otimizado de sistemas de climatização e o desembarque organizado por fileiras foram mantidos
Em virtude do fim da Emergência de Saúde Pública causada pela Covid-19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou novas medidas a serem adotadas. Em decisão anunciada nesta quarta-feira (17), deixa de ser obrigatório o uso de máscaras em aeroportos e aeronaves do Brasil. Agora, o uso passa a ser uma recomendação, principalmente para pessoas com sintomas gripais e para o público mais vulnerável, como imunocomprometidos, gestantes e idosos.
Segundo o diretor Alex Campos, relator da matéria, “A ausência de impactos negativos em projeções realizadas para flexibilização das medidas de saúde pública não coloca em dúvida a eficácia das máscaras como medida de prevenção coletiva contra a Covid-19, utilizadas de forma racional e oportuna em cenários críticos e incertos do comportamento da pandemia. Contudo, as análises realizadas consideraram o contexto epidemiológico atual da doença no Brasil e no mundo, e demonstraram que o avanço da vacinação permite a flexibilização das medidas restritivas coletivas adotadas com foco na contenção dessa doença”, declarou o diretor.
A Anvisa declarou que, mesmo com o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras, vai continuar recomendando a utilização, inclusive por meio de avisos sonoros que serão veiculados nas aeronaves, seguindo os termos da nova Resolução aprovada.
Segundo a Anvisa, outras medidas de proteção, porém, devem ser mantidas, como a disponibilização de álcool em gel em aeroportos e aeronaves, a realização de procedimentos de limpeza e desinfecção, o funcionamento otimizado de sistemas de climatização e o desembarque organizado por fileiras. “A Agência continuará vigilante quanto ao cenário epidemiológico, a fim de que possa adotar, prontamente, as medidas que forem pertinentes à proteção da saúde da população brasileira”, garantiu o órgão.





