Itabira participa da campanha “16 Dias Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”
Em Itabira, haverá diversas ações de conscientização sobre a não violência contra a mulher

Os "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher" é uma campanha mundial que ocorre entre os dias 25 de novembro – Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher – e se estende até o dia 10 de dezembro – Dia Mundial dos Direitos Humanos.
Em Itabira, a Comissão de Enfrentamento à Violência Doméstica e Sexual e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher realizarão diversas ações de conscientização sobre a não violência contra a mulher, cujo tema será "Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher" e o símbolo será o laço branco. Ao longo dos 16 dias serão visitadas empresas, instituições e órgãos públicos para mobilização da população itabirana sobre temática da igualdade de gêneros, oportunidade em que os participantes serão convidados a assumir o compromisso de não violência contra as mulheres e receberão informações sobre a rede de enfrentamento à violência no município.
Programação
Os interessados poderão participar ainda de atividades esportivas, culturais e artísticas, como bikeata e caminhada na Estação Ferroviária nos dias 27/11 e 06/12, sarau no Paredão da Tiradentes, no dia 25/11, e exposição de um documentário no Memorial Carlos Drumond de Andrade, no dia 24/11. Todos os eventos serão gratuitos e com entrada livre. Nas redes sociais, o evento será marcado com a #ItabiraporElas e o conteúdo das ações poderá ser visualizado na fan page Itabira por Elas.
A campanha
Mais de 160 países já aderiram ao movimento e o Brasil realiza atividades de mobilização e esclarecimento neste período desde 2003.
A campanha foi desenvolvida em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), iniciaram uma campanha com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.
A data é uma homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, que se posicionaram contrárias ao ditador Trujillo, ficando conhecidas como “Las Mariposas”, e sendo assassinadas em 1960, na República Dominicana.