Em visita a DeFato, Márcio Lage se diz qualificado para administrar Itabira
Márcio Lage: “Tenho condições de somar, de contribuir para o crescimento socioeconômico da nossa cidade”
Militante político desde a época de Olímpio Pires Guerra, o pré-candidato a prefeito de Itabira pelo PMN, Márcio Lage, visitou a redação de DeFato Online nessa terça-feira, 8 de março, para falar sobre a corrida eleitoral.
O empresário disse estar qualificado para disputar o mais importante cargo dentro da administração pública na cidade, principalmente considerando sua trajetória no ramo supermercadista. “Acho que tenho condições de somar, de contribuir para o crescimento socioeconômico da nossa cidade. O Brasil está estagnado, mas Itabira sofreu mais com esse impacto da crise. Por isso temos de buscar alternativas”, afirmou.
Márcio disse que tem no seu grupo pessoas capacitadas, que entendem de gestão pública e querem trabalhar. Segundo ele, caso seja eleito, essa equipe o ajudará a criar alternativas para driblar os obstáculos, iniciativa que, na sua opinião, não tem acontecido em Itabira.
Apoio de João Izael
Perguntado sobre um possível apoio do ex-prefeito João Izael, o empresário respondeu que não há nada definido ainda. “Na verdade, sou amigo do João, como sou do outro pré-candidato. Tenho conversado muito com ele, recebido alguns conselhos importantes. Mas ele não tomou nenhuma decisão. Espero e almejo esse apoio dele. Para nós do grupo, será muito importante”, explicou.
Nestas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cortou pela metade o tempo de campanha dos candidatos: 45 dias para pedir votos nas ruas. Com menos tempo, Márcio conta que adotou a estratégia de fazer uma pré-campanha bem feita. “Estamos trabalhando antes, buscando mais apoio durante esse período e bons parceiros para somarmos no futuro. Quando chegar esses 45 dias últimos, me licencio da empresa e coloco o pé na estrada. O tempo é curto, mas estamos preparados”, disse.
Sobre o modelo de gestão que pretende adotar, o pré-candidato afirma que a ideia é fazer mais com menos – principalmente considerando o momento econômico atual, de queda na arrecadação. Ele disse também que é preciso fazer um diagnóstico bem feito dos servidores de carreira que atuam na Prefeitura. Na visão de Márcio, dá para remanejar muitos concursados para cargos estratégicos, sem precisar inchar a máquina com gente de fora. “Às vezes você leva um grupo grande para trabalhar lá dentro e provoca irritação naquelas pessoas que estão trabalhando e dando duro. Acaba eles cruzando o braço. A gente não precisa trabalhar desse jeito. Vamos somar com quem está lá”.