Aceita um “cafezin”?
Do pingado ao cappuccino, com leite, puro, quente ou gelado; expresso ou descafeinado. Não importa a variação ou combinação, o café se tornou paixão nacional. Entre os mineiros, então, há quem diga que o famoso “cafezin” virou patrimônio histórico – inserido na cultura, nos hábitos e até manias dos apreciadores. Porém, para que uma das […]
Do pingado ao cappuccino, com leite, puro, quente ou gelado; expresso ou descafeinado. Não importa a variação ou combinação, o café se tornou paixão nacional. Entre os mineiros, então, há quem diga que o famoso “cafezin” virou patrimônio histórico – inserido na cultura, nos hábitos e até manias dos apreciadores. Porém, para que uma das bebidas mais tradicionais do mundo possa fazer parte do nosso dia a dia, existe um longo processo industrial por trás. Tudo começa com uma rigorosa seleção de sementes. Depois da colheita, elas passam pela secagem, torragem, moagem e, em seguida, o pó é mandado direto para a embalagem. Só então o café vai para a prateleira do mercado e, de lá, tem destino certo: a xícara de milhões de amantes da bebida.
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