Teatro da FCCDA é interditado para obras emergenciais

Kiki, Damon e Marco Aurélio deram entrevista à imprensa nesta terça-feira

Teatro da FCCDA é interditado para obras emergenciais
Desde a última sexta-feira, o Teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, em Itabira, está fechado devidos a sérios problemas com a parte elétrica e telhado. Na manhã desta terça-feira, 23 de fevereiro, o prefeito Damon Lázaro de Sena, o secretário de Obras, Marco Aurélio Garcia Matos, e a superintendente da FCCDA, Sônia Cristina Magalhães, reuniu a imprensa na hora do almoço para anunciar que o prédio passará por obras emergenciais.
 
Damon disse – e foi ratificado pela superintendente e pelo secretário de Obras – que não há prazo definido para início e fim do serviço. Nem o valor foi estipulado em detalhes ainda. Depois da coletiva, quem deu uma ideia do quanto ficaria uma reforma geral no prédio do Centro Cultural foi a assessoria de imprensa: algo em torno de R$ 3,25 milhões. Para a fase inicial, entretanto (que prevê parte elétrica e telhado), o valor será divulgado só depois de um diagnóstico mais preciso.
 
Enquanto a superintendente falava, um telão mostrava imagens de um projeto que abrange uma reestruturação completa do prédio da Fundação (a obra que deve custar mais de R$ 3 milhões), incluindo barzinho, acessibilidade, reforma da biblioteca, entre outras intervenções. A reforma interna do teatro não consta. O projeto custou R$ 35 mil e foi feito pelo mesmo arquiteto que projetou a FCCDA 34 anos atrás.   
 
Mas isso é coisa para longo prazo. O urgente, por enquanto, é resolver a parte elétrica, de sonorização e do telhado. De acordo com Marco Aurélio, é um sistema bem complexo, que vai demandar bastante trabalho. O prefeito disse que há, inclusive, risco de incêndio, por isso a interdição. A licitação para escolher a empresa responsável pelas obras ainda vai acontecer. O dinheiro deve sair dos recursos recebidos de uma indenização da Vale.