Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid fica em silêncio em depoimento à Polícia Federal
O ex-ajudante de ordem está preso preventivamente desde o dia 3 de maio
O então ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Mauro César Barbosa Cid, compareceu, na quinta-feira (18), à sede da Polícia federal em Brasília (DF) para prestar depoimento sobre supostas fraudes nos cartões de vacina dele e de seus familiares, assim como nas documentações de Bolsonaro, Michele Bolsonaro e da filha Laura, de 12 anos. Utilizando-se da prerrogativa de não promover provas contra si, o tenente-coronel Mauro Cid optou em não responder aos questionamentos dos agentes federais, permanecendo em silêncio na oitiva.
O ex-ajudante de ordem está preso preventivamente desde o dia 3 de maio. O depoimento estava agendado para as 14h30 de ontem, mas como Mauro Cid optou por ficar calado, a oitiva acabou sendo rápida e se encerrou pouco depois das 15h.
O advogado do militar, Bernardo Fenelon, disse que toda e qualquer manifestação da defesa técnica de Mauro Cid será feita, exclusivamente, nos autos do processo, por respeito ao Supremo Tribunal Federal (STF). Fenelon também não se manifestou à imprensa sobre a possibilidade de solicitar um habeas Corpus.
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Ainda ontem, Jair Bolsonaro falou sobre seu ex-ajudante de ordens e das acusações que pesam contra ele: “Não tenho conversado com ele. Está em segredo de justiça isso aí. O que eu vi agora no rodapé de uma tevê é que ele ficou em silêncio. Isso é com ele e seu advogado. Foi um excelente oficial do Exército brasileiro, é jovem ainda. Ele deu o melhor de si. Peço a Deus que não tenha errado”.




