Epamig realiza Dia de Campo sobre cultivo do feijão-carioca
Durante a atividade, pesquisadores e servidores observaram uma variedade do feijão-carioca conhecida como madrepérola
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) realizou, na última semana, o Dia de Campo sobre cultivo do feijão-carioca, na comunidade do Engenho. O trabalho foi orientado pelo doutor em Fitotecnia, João Roberto Melo, e contou com a parceria da Prefeitura de Itabira. Durante a atividade, foi utilizada uma variedade do feijão-carioca conhecida como madrepérola.
O evento foi destinado aos produtores que possuem a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que visa estimular a geração de renda e melhorar o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários e não agropecuários desenvolvidos em estabelecimento rural ou em áreas comunitárias próximas.
De acordo com o gerente da Fazenda Experimental da Epamig em Itabira, Ivys Marlon Lage, o Dia de Campo buscou demonstrar a viabilidade da lavoura que começa com a escolha da variedade certa para cada região, as técnicas variáveis para o cultivo e as condições climáticas específicas.
A atividade contou ainda com a presença dos servidores municipais e técnicos em agropecuária Antônio José Pessoa Nogueira, Gilmar Bretas Martins Cruz, Fábio Lúcio de Oliveira Saez. Segundo Antônio Pessoa, que é membro do Conselho de Segurança Alimentar (Consea), um alimento deve nascer saudável para que se mantenha saudável até a nossa mesa.
“Isso é o que se justifica o Dia de Campo. O evento nada mais é do que um multiplicador de informações agronômicas, sendo uma ferramenta de extrema importância para uma melhor alimentação e um melhor aproveitamento das terras agronomicamente viáveis”, disse Antônio Nogueira.
Para o prefeito Damon Lázaro de Sena “os resultados das pesquisas realizadas pela Epamig podem ser percebidos por meio de vários benefícios, entre eles, a melhoria na qualidade do produto, menores preços, preservação ambiental, racionalidade no uso dos recursos naturais e energéticos, geração de emprego e renda, sustentabilidade e mais conhecimento técnico para os produtores rurais”.