Procon e Vigilância Sanitária apreendem 390 quilos de alimentos em fiscalizações
Supermercados dos distritos também serão fiscalizados
O Procon e a Vigilância Sanitária de Itabira já apreenderam 390 quilos de alimentos nas fiscalizações realizadas nos supermercados da cidade. A força-tarefa teve início na manhã do dia 1º de agosto e o primeiro vistoriado foi o supermercado Bretas. Em apenas dois dias foram apreendidos produtos vencidos, com avarias, deteriorados e acondicionados fora dos padrões de temperatura.
Entre os materiais estavam carne, linguiça, peixes, queijos, enlatados e farináceos. Na manhã da última terça-feira, 16 de setembro, mais quatro estabelecimentos foram fiscalizados. Além da apreensão de alguns produtos, a equipe ainda forneceu orientações sobre armazenamento dos produtos e data de vencimento.
Em breve os supermercados dos distritos de Senhora do Carmo e Ipoema também serão fiscalizados pelos órgãos. Para o diretor da Vigilância Sanitária, Ilacir José da Silva, a intenção é conscientizar os comerciantes. “O mais importante disso é a educação sanitária, com pedidos de adequação de temperatura dos alimentos, higienização dos alimentos e outras adequações”, declarou.
A diretora-executiva do Procon, Rejane Assis, informou que há deficiência de fiscais no órgão para atuar nas fiscalizações, mas mesmo com o déficit, a força-tarefa vai ter seguimento. No total são quatro fiscais, contando com a equipe da Vigilância Sanitária. Com relação às penas, o Procon vai passar a multar assim que as portarias forem publicadas no Diário Oficial do Município.
Operação-conjunta
A operação-conjunta foi motivada por uma denúncia anônima ao órgão, feita no último dia 8 de julho. Segundo as informações recebidas pelo Procon, alguns estabelecimentos congelavam as carnes, descongelam e depois voltam a congelar. Para Rejane, a ação é importante por se tratar de uma questão de saúde pública. “O objetivo é elaborar e executar a política de proteção e defesa do consumidor, fiscalizando o mercado e fazendo cumprir as determinações legais na defesa do consumidor”.