Os policiais mortos na Operação Contenção foram homenageados durante sepultamento
A cerimônia fúnebre foi acompanhada por familiares e colegas de farda
Forte comoção marcou o sepultamento dos corpos dos quatro policiais que perderam a vida na operação do complexo do Alemão e Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. A cerimônia fúnebre foi acompanhada por familiares e colegas de farda.
O governo fluminense informou que Operação Contenção provocou 121 mortes.
Morreram os seguintes policiais: Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, 51; Heber Carvalho da Fonseca, 39; Rodrigo Velloso Cabral, 34; Cleiton Serafim Gonçalves, 42
Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, que foi promovido a comissário da 53ª DP, dois dias antes de morrer, foi sepultado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador. Ele ingressou na Polícia Civil em 1999 e foi atingido com um tiro na cabeça. No fim da cerimônia, um helicóptero sobrevoou o local e lançou pétalas brancas sobre o caixão.
O policial civil, Rodrigo Velloso Cabral (34) foi sepultado no Memorial do Rio, em Cordovil. Ele estava na corporação há menos de dois meses e trabalhava na 39ª DP (Pavuna). A unidade é responsável pelas áreas dominadas por facções criminosas dos complexos do Chapadão e da Pedreira. Rodrigo deixa uma filha de dez anos.
Também morreram os sargentos Cleiton Serafim Gonçalves, 42, e Heber Carvalho da Fonseca, 39, ambos do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais). Os dois foram baleados na Vila Cruzeiro.
O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou nas redes sociais que os ataques “não ficarão impunes” e disse que “a resposta está vindo, e à altura”.
Por meio de uma nota, a Polícia Militar destacou que os militares “honraram a farda com coragem, lealdade e compromisso inabalável com a segurança da sociedade” e que seus nomes “permanecerão vivos na memória da corporação“.
*Fonte: UOL




