Mãe do adolescente suspeito da morte do Cão Orelha relata ameaças e vive reclusa
O caso, ocorrido na Praia Brava, no litoral catarinense, gerou grande repercussão e comoção nacional e até internacional
A mãe do adolescente de 15 anos, indiciado pela Polícia Civil de Santa Catarina como principal agressor do cão Orelha, relatou em entrevistas ao Programa de Domingo na Rede Record e ao Fantástico, da Rede Globo, que sua família vive em completa reclusão devido às constantes ameaças de morte.
O caso, ocorrido na Praia Brava, no litoral catarinense, gerou grande repercussão e comoção nacional e até internacional, gerando ataques severos nas redes sociais contra familiares dos envolvidos.
Sem se identificar, a mãe afirmou que a família precisa se “defender até do inimaginável” e que o sentimento é de estar em “frangalhos” e “destruída” pela exposição.
Ela também negou que tenha tentado ocultar provas, como um moleton e um boné que o filho usava no dia do crime.
A defesa do adolescente afirmou que “não tem prova” e que ele teria “se confundido” no depoimento inicial prestado aos investigadores, sobre sua localização no momento da agressão.
O adolescente foi indiciado por maus-tratos a animais como resultado da morte de Orelha, com a polícia solicitando sua internação, ao Ministério Público.
Três familiares do jovem, incluindo adultos, foram indiciados por coação, suspeitos de ameaçar o porteiro do condomínio onde moram, que é uma testemunha-chave do caso.
O cão Orelha era um animal comunitário cuidado havia 10 anos pela vizinhança. O laudo pericial confirmou que o animal morreu em virtude de um traumatismo craniano causado por agressão contundente.
A Polícia Científica pediu exumação do corpo do animal para uma perícia mais aprofundada e eliminar dúvidas.
*Fonte: G1




