PF não pediu busca e apreensão em endereço de Edir Macedo por ele morar no exterior
Nesta terça-feira (23), os agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão na residência de dirigentes da instituição
A Polícia Federal informou que não solicitou mandados de busca e apreensão em endereços do bispo Edir Macedo, controlador do Banco Digimais, porque ele mora no exterior.
Edir Macedo aparece como um dos responsáveis por “decisões estratégicas” tomadas pelo banco suspeito de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional.
Em relatório, os investigadores apontam que o bispo, controlador da instituição financeira, figura entre os responsáveis por decisões estratégicas, mas como reside no exterior, fica inviável o cumprimento da medida no momento.
No mesmo documento, a PF também pediu o sequestro e bloqueios de bens e valores de Edir Macedo no valor de R$ 670 milhões e a quebra dos sigilos bancários e fiscal dele no período entre abril de 2021 e abril de 2026.
Em nota, o Banco Digimais informou que “está à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos e colabora com as operações em curso. A instituição reafirma seu compromisso com a transparência, a conformidade regulatória e a plena colaboração com as autoridades competentes”.
Nesta terça-feira (23), os agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão na residência de dirigentes da instituição, empresas e fundos de investimento ligados ao grupo.




