Movimento pela Paz acontecerá nesta sexta-feira em Itabira
Inspirado no movimento global contra a violência “Um Bilhão que se Ergue”, acontecerá em Itabira, na próxima sexta-feira, 7 de junho, o “Movimente-se pela Paz”, no Largo do Batistinha. O objetivo da iniciava é sensibilizar a população quanto aos problemas de violência na cidade. “Não é criticar. É uma ação pacifista, um convite para uma […]

Inspirado no movimento global contra a violência “Um Bilhão que se Ergue”, acontecerá em Itabira, na próxima sexta-feira, 7 de junho, o “Movimente-se pela Paz”, no Largo do Batistinha. O objetivo da iniciava é sensibilizar a população quanto aos problemas de violência na cidade. “Não é criticar. É uma ação pacifista, um convite para uma dança revolucionária. Uma chamada para todos que se recusam a aceitar qualquer tipo de violência, um ato de solidariedade para com as pessoas violentadas de todo o mundo”, afirma a coordenadora do evento, Nana Mendonça.
O Movimento acontecerá em dois momentos, ambos no Largo do Batistinha, sempre às 15h. O primeiro será no dia 7, sexta-feira, quando cada participante deverá levar seu Mp3 com fone de ouvido. Como se trata de uma dança revolucionária, cada pessoa pode dançar sua música no seu tempo e ritmo. O segundo acontecerá no dia 21 de junho e cada participante deverá levar seu instrumento musical. Será organizada uma intervenção musical, dialogando com a paisagem sonora do lugar e com outros participantes.
“Convivemos com a violência e o desrespeito diariamente e em nossas próprias ações, quando, por exemplo, não paramos na faixa para travessia de pedestres ou estacionamos nosso carro em lugar proibido. Por vezes criamos leis para os outros e exceções para nós, nos esquecendo que somos parte do sistema e tudo que fazemos reflete em algum outro lugar”, afirma Nana.
Segundo ela, essa geração precisa marcar positivamente a cidade, com ações diferenciadas e que deixem legado. “Itabira é uma cidade cheia de pessoas talentosas em diversas áreas. Espero que esse movimento inspire outras iniciativas que permitam o surgimento de novas percepções do contexto cultural. Precisamos nos movimentar”, ressaltou.