Superintendente da Caixa garante casas populares no Barro Preto

Comunidade quilombola será contemplada por programa da Caixa

Superintendente da Caixa garante casas populares no Barro Preto

O superintendente regional da Caixa Econômica, Marcelo Baião, participou na comunidade quilombola do Barro Preto do lançamento oficial do projeto de construção de casas populares através do Programa Nacional de Habitação Rural que está inserido no Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. A previsão é de que sejam construídos até 50 imóveis na localidade, direcionados para as famílias que vivem da agricultura familiar. A Prefeitura Municipal de Santa Maria de Itabira vai dar suporte, no que for necessário, como garantiu o prefeito Olacir Aparecido de Oliveira Alvarenga “Grilo”, que também participou da solenidade.

Estiveram presentes o presidente da Associação de Bairro, Antônio Luciano de Araújo, o vice-prefeito Israel de Oliveira Magalhães, o presidente da Câmara Municipal de Santa Maria de Itabira, Vicente Umberto, o vereador representante do Barro Preto, José Pastor, além de outros integrantes da comitiva da Caixa.

Baião ressaltou que já tinha ouvido falar de Santa Maria e assim que soube da participação do quilombo no programa, priorizou a visita. “Tenho certeza que aqui vai ser o modelo para ser aplicado no resto do país. Acho que vocês não precisam sair daqui. Tem o direito de morar aqui, onde trabalham, estudam. Em breve eu quero estar aqui para entregar estas casas. Hoje é só o início do compromisso que fazemos com vocês”, disse o superintendente.

O prefeito Grilo disse que a Prefeitura será uma parceira da comunidade naquilo que for necessário. A estrutura da Secretaria Municipal de Ação Social será utilizada na definição das famílias que serão beneficiadas. Nascido na vizinha localidade de Tatu, o prefeito disse saber bem o que é morar na zona rural em casa simples e com poucos meios de ajuda. Grilo ressaltou o compromisso que o governo tem com a comunidade santa-mariense e destacou que apesar das dificuldades encontradas quando assumiu o governo, está certo de que a população verá muito trabalho.

O presidente da Associação do bairro não escondeu o sentimento de finalmente conseguir que o projeto chegasse à sua comunidade. “Isso para mim é um sonho que está sendo realizado”, disse.

Contrapartidas

São no máximo 50 casas por projeto. Cada família contemplada receberá um valor de R$ 28,5 mil estimulado como custo por cada casa. Ainda mais um aporte de R$ 1 mil que será divido da seguinte forma: R$ 600,00 para o engenheiro e R$ 400 para o assistente social. Estes dois profissionais terão que ser contratados por uma comissão a ser formada pelo próprio Barro Preto constando com pelo menos dois beneficiários e um membro da associação. É esta comissão que vai gerir o dinheiro que será repassado e prestar contas.

As condições de contrapartida para os beneficiários são animadoras uma vez que cada um que receber sua casa terá que pagar apenas quatro parcelas de R$ 285,00 uma vez por anos totalizando R$ 1.140,00.