Secretária de Governo garante que mudança na pasta de Obras não vai atrapalhar bairro Gabiroba

Obra no Gabiroba é motivo de frequente cobrança

Secretária de Governo garante que mudança na pasta de Obras não vai atrapalhar bairro Gabiroba
Durante a participação da secretária de Governo, Elaine Campos, na tribuna da Câmara de Itabira nessa quarta-feira, 2 de maio, os vereadores Élson Sá (PMDB) e Solimar José da Silva (PSDB) fizeram questionamentos sobre as obras nas 47 ruas do bairro Gabiroba. Eles mostraram preocupação com a demora dos trabalhos e se a saída de João Mário de Brito da pasta de Obras não iria deixar o cronograma ainda mais atrasado.

João Mário deixou o cargo na semana passada para se dedicar à pré-candidatura à Prefeitura de Itabira. O lugar foi ocupado por, Ilacir Ferreira, que ocupava o cargo de chefe de departamento dentro da mesma secretaria. A secretária de Governo respondeu que a escolha de Ilacir se deu justamente por ele já trabalhar na pasta e ter conhecimento dos trabalhos desenvolvidos e, portanto, daria continuidade a tudo que está sendo feito. “Eu lhes dou a garantia deixada pelo João Mário que as obras do bairro Gabiroba serão finalizadas e a comunidade do local ficará muito feliz. Este é um compromisso antigo da Prefeitura”, afirmou.

Solimar pediu prazo à secretária de Governo para o término das obras, pois, segundo ele, há muito tempo várias datas são marcadas, mas o trabalho não é finalizado. Elaine se dispôs a verificar a solicitação e dar uma resposta ao vereador.

Em coletiva de imprensa no dia 26 de abril, João Mário anunciou sua saída e apresentou um relatório com dados sobre obras na cidade, levantados até março passado. Sobre o bairro Gabiroba, ele ressaltou que a pavimentação do pacote de 47 ruas é feito, exclusivamente, com recursos municipais.

No ano passado, João Mário esteve na Câmara para falar sobre o mesmo assunto. Segundo o ex-secretário, as obras pararam porque houve um problema ainda na fase de licitação. Ele explicou que foi colocado no edital que o calçamento seria feito com pedra de mão, mas o correto seria asfalto e bloquete. Dessa forma, os trabalhos tiveram que ser interrompidos para que o contrato fosse reformulado. Foi preciso fazer outra licitação, o que atrasou as obras.