Prefeito de Monlevade se diz confiante em receber verba das chuvas

Gustavo Prandini entende burocracia e mostra confiança no dinheiro

Prefeito de Monlevade se diz confiante em receber verba das chuvas
Um dos municípios da região mais prejudicados pelas fortes chuvas que caíram sobre Minas Gerais entre o fim de 2011 e início de 2012, João Monlevade corre contra o tempo para conseguir a ajuda do Governo Federal para recuperar os estragos causados. O prefeito Gustavo Prandini (PV) diz que entende a importância da burocracia e mostra confiança de que o dinheiro vai chegar. No entanto, acha que os prazos para elaboração de projetos poderiam ser maiores.

“A gente compreende a importância dos projetos para que o Governo Federal saiba em que, de fato, está sendo investido o dinheiro. Nós estamos pleiteando os recursos, trocando informações, levando as documentações e completando de acordo com orientações que temos recebido. Tanto do atendimento pessoal dos órgãos do Governo Federal quanto da disponibilidade e o tratamento, não temos nada a reclamar”, disse o prefeito.

Na semana passada, DeFatoOnline veiculou matéria sobre as dificuldades dos municípios próximos de Itabira em conseguir o dinheiro do Governo Federal. A situação de João Monlevade foi respondida pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura, que limitou-se a informar que solicitou os recursos e aguardava retorno. Agora, pela fala do chefe do Executivo, é possível ter uma noção do quanto de idas e vindas é necessário para, enfim, ter acesso ao dinheiro.

“Estou confiante de que o Governo Federal vai liberar, ainda que sejam parcelas daquilo que estamos pleiteando. Estou confiante por causa da facilidade no atendimento que está havendo”, afirmou Gustavo Prandini.

Apesar da burocracia, a única queixa do pevista é quanto aos prazos estabelecidos. “Talvez alguns ajustes contribuiriam com os municípios. Quando ocorrem os problemas, as equipes especializadas ficam debruçadas em resolvê-los. Então, não dá tempo de atender as necessidades dos afetados e os transtornos ao município e fazer, ao mesmo tempo, os projetos. Até porque as equipes de engenharia também se envolvem com os trabalhos de atendimento. Se o prazo fosse mais dilatado, poderíamos ter mais tranquilidade para elaborar o projeto”, comentou.