O presidente da associação, Juliano Roberto de Souza, 34 anos, ainda vai conversar melhor com a empresa sobre o assunto e acertar detalhes da parceria. Caso seja feito o projeto de adequação do imóvel próprio, o próximo passo da entidade será procurar apoio do poder público municipal para conseguir recursos para a obra.
Juliano disse que a associação não descarta uma possível mudança de sede, mas está otimista com a nova possibilidade. Enquanto isso, a diretoria faz um levantamento de possíveis imóveis na cidade, com acessibilidade, que possam sediar a Aoadi.
O prédio onde funciona a associação, no bairro Juca Batista, foi doado pela Prefeitura na época do prefeito Olímpio Pires Guerra (Li). No entanto, segundo Juliano, o terreno é do Estado e todas estas questões precisam ser consideradas em uma possível mudança. “Antes de abrigar Aoadi, no local funcionava uma escola. Quando recebemos o imóvel a única mudança feita foi no banheiro, que foi aumentado e recebeu adaptações. Mas a mudança foi primária, bastante rústica. O restante ficou como estava”, disse o presidente.
Dificuldade de acesso
As dificuldades de acesso à entidade vão desde a entrada até a sua estrutura física interna. “A associação fica em um morro, o que dificulta parar e descer. Na entrada precisaria de uma plataforma adequada. Dentro da entidade até possui uma rampa, mas o seu grau de inclinação não está dentro dos padrões apropriados. É preciso ser feita toda uma adequação dentro das normas e medidas exigidas por lei”, detalha.