AMG-900 parcialmente interditada por causa de barranco que caiu

Barranco impediu a pista no sentido trevo do Itabiruçu

AMG-900 parcialmente interditada por causa de barranco que caiu
Um barranco cedeu e muita terra caiu sobre uma das pistas da AMG-900, que liga Itabira ao trevo do Itabiruçu. Máquinas e funcionários de uma empresa contratada pelo Departamento de Estrada e Rodagens (DER) trabalham no local desde o fim de semana. A terra está concentrada próximo ao entroncamento da via de quem opta passar pelo bairro João XXIII. O trânsito flui em sentido alternado.

A AMG-900 exige muita atenção dos motoristas. Próximo ao campus da Funcesi a pista está com bastante barro nos dois sentidos. Além disso, há vários buracos encobertos ou por terra ou por água da chuva.

O transtorno não é exclusivo nessa rodovia que sai de Itabira. Na estrada do Forninho, já próximo a João Monlevade, um barranco cedeu e tomou a metade da faixa de quem vai para a cidade vizinha. Os carros precisam reduzir a velocidade e observar se vem algum veículo do outro lado. A tarefa não é fácil, porque a quantidade de terra dificulta a visualização do motorista.

Na MGC-120, que vai para Nova Era, o problema é o volume de crateras na pista. Próximo à localidade de Capoeirana, grande parte da rodovia cedeu e o perigo de novos desabamentos é iminente. Mesmo com todos esses problemas, o fluxo de veículos pesados, como caminhões e ônibus, é intenso, o que piora a situação da estrada.

Problemas em Itabira

De acordo com a Defesa Civil de Itabira, vários problemas foram registrados nesses cinco últimos dias, quando as chuvas não deram trégua. Segundo o coordenador do órgão, Carlos Gorino, toda a equipe está em alerta constante. O número de desalojados na cidade segue sendo 12, “mas pode aumentar se a água não parar de cair”, afirma Carlos.

Os problemas principais são registrados nos bairros Bálsamos, onde uma casa foi danificada, Abóboras, Boa Esperança, Santo Antônio (próximo à avenida das Rosas) e no Candidópolis. Nessa última localidade, o nível do córrego aumentou consideravelmente e os moradores estão ilhados em suas residências.

A Defesa Civil pede que a qualquer problema o órgão seja acionado pelo telefone 3839-2147 ou então que as pessoas procurem o Corpo de Bombeiros, pelo 193.