Professora desaparecida: polícia e família são vítimas de trote
A Polícia Civil e a família da professora itabirana Patrícia Maria de Almeida, desaparecida desde o dia 9 de maio, receberam, no último domingo, trotes de um menor informando que estava com a professora. Ao verificar as informações, o delegado da Polícia Civil, Juliano Alencar Martins, chegou a constatação de que era alarme falso. A […]
Há nove dias, conforme Valdir Rocha, cunhado da professora, a família não tem nenhuma informação concreta sobre o que aconteceu com Patrícia. “Não houve pedido de resgate, nenhuma ligação que pudesse ajudar. Continuamos na busca e na esperança de que ela seja encontrada logo”, ressaltou.
Um dia após o desaparecimento
Na terça-feira, 10 de maio, vizinhos disseram tê-la visto saindo de casa num Fiat Uno cinza, placa HJB-9423, comendo maçã. Foi a última vez que a mulher foi vista. Já se sabe que por volta das 8h da manhã, Patrícia fez três saques na Caixa Econômica Federal de Itabira, nos valores respectivamente de R$ 1,000, R$ 500 e R$1,070. Imagens do circuito interno do banco mostraram a mulher fazendo a operação de retirada de dinheiro.
Segundo o cunhado, 12 minutos após o último saque, o carro de Patrícia recebeu uma multa por excesso de velocidade na rodovia MGC- 120, no km 451, 500 metros após a Estação de Tratamento de Esgoto no Laboriaux, estrada que liga Itabira a Nova Era. Essas são as últimas informações concretas sobre o desaparecimento da Professora. A Polícia Civil continua investigando o caso.