Parque Água Santa será adotado pelo Saae

Adoção visa melhorias

Parque Água Santa será adotado pelo Saae
Há muito tempo o parque da Água Santa, localizado próximo à Rodoviária Genaro Mafra, em Itabira, se encontra abandonado, sendo alvo de vândalos, prostituição e uso de drogas. Pensando na revitalização do local e na sua utilização de forma correta, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) demonstrou interesse em adotá-lo e investir em ações de urbanização e saneamento.

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Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Rodrigo Zeferino, já existe uma ação em andamento na Prefeitura que está em fase de negociação, para definir o plano de trabalho a ser criado em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e o Saae. “Já estamos em definição final para ver quais serão as atribuições de cada uma das partes, o que ficará como obrigação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e do Saae. O nosso objetivo é melhorar ainda mais o parque, buscando embelezamento, organização e segurança”, disse Zeferino.
 
Enquanto isso, o município continua dando manutenção, por meio de roçadas, remoção de lixo e entulho. Mais recentemente foi feita a demolição de uma edificação que, de acordo com o secretário, estava sem condições de ser aproveitada. O vagão que fica na entrada do parque teve os acessos lacrados pela Itaurb, para minimizar os acessos de vândalos.
 
Para Rodrigo Zeferino, de nada adianta a revitalização dos espaços públicos da cidade, se a população não se conscientizar da importância de preservá-lo de utilizá-lo de forma correta. “Algumas pessoas acham que o espaço público não é de ninguém, que pode ser feito qualquer coisa, como depredar, usar para fins de criminalidade, dente outros. Mas é o contrário. O espaço público é de todos e sendo bem cuidado é benefício para toda a cidade”.
 
Ele lembrou ainda que a Prefeitura tem buscado diversas alternativas para conseguir uma cidade mais organizada, segura e bela e para isso criou o programa “Adote o Verde”, que consiste em adoção de espaços públicos municipais por empresas, ajudando o município a cuidar desses locais. “Quando os espaços públicos, sejam parques, praças ou áreas de convívio, estão bem cuidados, eles são ocupados por pessoas de bem e isso inibe a ocupação desses locais por quem realiza práticas indevidas”, concluiu.