Viver com Aids é possível. Com o preconceito não

Hoje, dia 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, data criada pela ONU para que o mundo reflita sobre as questões que envolvem o HIV. A campanha deste ano, que tem como tema: “Viver com Aids é possível. Com o preconceito não”, alerta para o fato de que, apesar das […]

Hoje, dia 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, data criada pela ONU para que o mundo reflita sobre as questões que envolvem o HIV.
A campanha deste ano, que tem como tema: “Viver com Aids é possível. Com o preconceito não”, alerta para o fato de que, apesar das pessoas estarem constantemente informadas sobre a doença e suas formas de prevenção, para os soropositivos está mais fácil conviver com o HIV do que com o preconceito e discriminação das pessoas.
 
A Síndrome da Imunodeficiência (AIDS), se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), que destrói os linfócitos – células responsáveis pela defesa do organismo – tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.
 
De acordo com análise realizada pelo Ministério da Saúde, os grandes centros urbanos do país – onde estão concentrados 52% dos casos de AIDS – registraram queda de 15% na taxa de incidência da doença entre 1997 e 2007. Nesse mesmo período, a incidência nos municípios com menos de 50 mil habitantes dobrou, revelando que a epidemia caminhou para o interior do país.

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