PM e mais dois são presos suspeitos de integrar quadrilha de estelionatários

João Monlevade – Uma operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada na manhã dessa sexta-feira, 6, prendeu três homens que integrariam uma quadrilha suspeita de estelionato.   A reportagem teve acesso à informação de que o grupo envolvia o soldado militar, Fernando Augusto, o aposentado Clério Aloísio e um terceiro homem identificado apenas por […]

João Monlevade – Uma operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada na manhã dessa sexta-feira, 6, prendeu três homens que integrariam uma quadrilha suspeita de estelionato.
 
A reportagem teve acesso à informação de que o grupo envolvia o soldado militar, Fernando Augusto, o aposentado Clério Aloísio e um terceiro homem identificado apenas por Breno, que não teve a profissão divulgada.
 
A suposta quadrilha pegava dinheiro das vítimas com a promessa de que estas obteriam a carteira de habilitação de forma facilitada, ou seja, vendia-se a CNH, que não era entregue.
 
Outra informação apurada é de que os suspeitos que moravam nos bairros Santa Bárbara e Industrial já fizeram inúmeras vítimas no município e também na região do Médio Piracicaba. A operação, que já vinha ocorrendo há algum tempo, teve a participação de aproximadamente 22 homens.
 
Por telefone, a reportagem foi informada pelo tenente-coronel Paulo José de Freitas, que se encontra em viagem ao Sul de Minas, de que o caso do Soldado já estava sendo acompanhado pela PM e que, inclusive, já havia sido solicitado ao Governador do Estado, através de um processo administrativo, a exclusão definitiva do militar da corporação.
 
Procurado pela reportagem, o delegado da 4ª Regional, Edmar Paula Silva, admitiu ter havido a operação e que foram efetivadas as prisões, porém, ele não forneceu detalhes sob alegação de que a investigação segue em segredo de Justiça.
 
Postura de Soldado não mancha trabalho da Corporação, afirma Tenente-Coronel
 
Para o tenente-coronel Paulo José, o fato não foi surpresa e não irá atrapalhar o bom trabalho que vem sendo desenvolvido na cidade pelos outros militares. “Um fato isolado não mancha de forma alguma a nossa corporação, pois a resposta ao caso foi imediata e já está em última instância. Já consideramos que o soldado Augusto praticamente não faz mais parte de nossa companhia, mesmo porque, desde o início do ano ele já não fazia trabalhos nas ruas”, finalizou.