Airsoft simula com realismo missões militares e conflitos urbanos
Armados e equipados, praticantes de Airsoft simulam com realismo missões militares e conflitos urbanos
Olhando assim até parece de verdade. Homens fardados e fortemente armados cumprem missões em campos de batalha, seguindo regras rigorosas de planejamento e estratégia. Só que as armas não são de verdade, nem os atiradores. São pessoas comuns, geralmente fãs de filmes de ação, que se reúnem para praticar Airsoft.
O esporte surgiu em países do Oriente e cresce numa proporção interessante em várias cidades do Brasil, inclusive em Itabira. Trata-se de uma atividade em que os jogadores participam de simulações policiais, militares ou de mera recreação com armas de pressão que atiram projéteis plásticos. Os equipamentos podem ser de metal, plástico (ABS) ou madeira e disparam projéteis de 6 ou 8 mm conhecidos como BB’s. A propulsão pode ser por molas, mecanismos elétricos ou gás comprimido, incluindo gás propano.
Em Itabira, os primeiros adeptos do Airsoft ingressaram no esporte há cerca de três anos. Tem até um time, o Team Zero (T0), que conta com cerca de 20 integrantes. Por falta de estrutura e de área, o grupo anda meio parado. Mesmo assim, os “soldados” estão sempre na ativa: treinam como podem e participam de competições como convidados de outros times, geralmente de Belo Horizonte ou de alguma cidade metropolitana.
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