Altas viagens em baixas temporadas
Edimar e Isabela aproveitaram a baixa temporada para curtir os Lençóis Maranhenses
Desde que se casaram, há quatro anos, o empresário Edimar Pereira, 30 anos, e a esposa Isabela Alcântara, 31, sempre procuram conciliar as férias para viajar em épocas nas quais a maioria das pessoas está trabalhando ou estudando. É a chamada baixa temporada, quando, geralmente, os preços estão mais em conta e os destinos turísticos mais vazios. Cenário é ideal para quem quer se divertir, pagar menos e não perder em qualidade.
Isabela aprendeu a tática com o pai e ensinou ao marido. “Nossa data preferida é setembro, mas neste ano fomos em junho para Natal. Amamos praia e vamos sempre fora de época”, conta a mulher. Segundo Edimar, na baixa temporada o atendimento é melhor, as coisas são mais baratas, os lugares ficam mais vazios e no geral tudo é ótimo. “Eu quero viajar para Caldas Novas em setembro. Se eu fosse na alta temporada, custaria uns R$ 3,8 mil, mas na baixa custa uns R$ 2,5 mil. Sempre consigo uma diferença de mil reais aproximadamente. Vale a pena alterar a data”, justifica o empresário.
Claro que em grandes centros, mesmo em baixa temporada, é mais difícil encontrar o cenário descrito pelo casal, mas em lugares menores ou cidades litorâneas, por exemplo, as chances de uma viagem tranquila aumentam nos períodos de pouca movimentação. As baixas temporadas internacionais dependem da data de saída do Brasil e dos tempos de férias em cada país. Em geral, os meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro são meses de alta temporada e, os demais, meses de baixa. Os períodos de festas de final de ano são considerados altíssima temporada e necessitam de programação com bastante antecedência, assim como o Carnaval. As datas de alta e baixa temporada também podem variar de ano para ano e de acordo com o destino.
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