Apesar de vandalismo, orelhões continuarão fazendo parte do cenário

A foto de um telefone público instalado no meio da Avenida Almir Pessoa Magalhães, no bairro Gabiroba, em Itabira, abriu a discussão quanto ao destino dos orelhões na cidade. Com a expansão da telefonia móvel, e grande quantidade de aparelhos depredados, a dúvida é: o que será dos orelhões? A Oi afirma que os famosos […]

A foto de um telefone público instalado no meio da Avenida Almir Pessoa Magalhães, no bairro Gabiroba, em Itabira, abriu a discussão quanto ao destino dos orelhões na cidade. Com a expansão da telefonia móvel, e grande quantidade de aparelhos depredados, a dúvida é: o que será dos orelhões?

A Oi afirma que os famosos orelhões continuarão fazendo parte do cenário da cidade. Conforme a empresa, apesar do crescimento no uso do telefone móvel no Brasil, os telefones públicos ainda prestam um importante serviço à população. Por este motivo, continua investindo em sua planta, que está sendo ainda revitalizada.  

Itabira possui instalados 453 aparelhos. O maior problema enfrentado pela empresa é o vandalismo, já que muitas vezes um orelhão é consertado e no dia seguinte já está depredado novamente, principalmente pichações e o monofone arrancado. A cidade tem um percentual de 18% de vandalismo, margem repetida no Estado.

No Estado, nos cinco primeiros meses de 2013, foram danificados em média 18% dos cerca de 85 mil instalados. No mesmo período, a companhia substituiu cerca de 300 campânulas (parte externa do orelhão) por mês.

As informações recebidas sobre orelhões danificados contribuem para que a empresa repare os danos provocados pelo vandalismo, é o que afirma a companhia.