ArcelorMittal, Rede Doctum e Sindmon promovem palestras sobre violência de gênero
A ArcelorMittal, a Rede Doctum de Ensino e o Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal) uniram esforços para tratar de um assunto cada vez mais em pauta: a violência de gênero. Nos dias 15 e 21 de agosto, a doutora em Direito, Ariete Pontes de Oliveira, ministrará palestras sobre o tema, do qual ela é especialista. As […]
A ArcelorMittal, a Rede Doctum de Ensino e o Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal) uniram esforços para tratar de um assunto cada vez mais em pauta: a violência de gênero. Nos dias 15 e 21 de agosto, a doutora em Direito, Ariete Pontes de Oliveira, ministrará palestras sobre o tema, do qual ela é especialista. As palestras são abertas ao público e não é necessário fazer inscrição.
No dia 15, o evento será às 19h, no auditório do sindicato, à rua Duque de Caxias, 165, bairro José Elói. Dia 21 de agosto, a palestra será no auditório da Doctum, à rua Dezesseis, 24, bairro Vila Tanque, às 18h15. Além dessas palestras abertas a toda a comunidade, outras serão realizadas na ArcelorMittal, para quase mil trabalhadores, como parte do programa “Diversidade e Inclusão”, lançado pela empresa em julho.
Para Vander Ferraz Neves, gerente de Recursos Humanos da ArcelorMittal, é importante ampliar o debate sobre o assunto . “A construção de uma sociedade mais justa passa pelo respeito à diversidade em todas as esferas. E, como instituições, temos que potencializar este debate”, disse. O presidente do Sindmon-Metal, Otacílio das Neves Coelho, tem opinião semelhante. “Sindicatos e centrais sindicais têm papel que vai muito além das demandas restritas de suas categorias, e parcerias ajudam a ampliar ações em benefício da sociedade”, opinou o sindicalista. Já a diretora da Doctum, Yolanda Carla Lima Coelho, destaca a necessidade de reacender as discussões acerca da questão. “Queremos com isso denunciar a omissão, gerar uma rede solidária de apoio às vítimas, sensibilizar a sociedade para uma reflexão crítica, qualificar pessoas para o acolhimento, educar nossas crianças e jovens acerca de questão histórica tão grave e que, ainda em tempos atuais, se perpetua”, afirmou.




