Assassinato do gari Laudemir completa duas semanas; polícia segue investigação sobre celular e carro do empresário
A Polícia Civil trabalha na coleta de elementos que reforcem o inquérito antes da conclusão do relatório final
O assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, ocorrido em Belo Horizonte, completa duas semanas nesta segunda-feira (25). O caso segue em investigação pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), que apura novos desdobramentos envolvendo o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, que confessou o crime.
De acordo com informações do advogado que representa a família da vítima, os investigadores concentram-se, neste momento, na análise do histórico telefônico do celular do acusado e também nos dados registrados no carro elétrico BYD de Renê Júnior. Os equipamentos podem ajudar a esclarecer a dinâmica do crime, identificar possíveis contatos e confirmar a rota do veículo no dia do homicídio.
Próximos passos
A Polícia Civil trabalha na coleta de elementos que reforcem o inquérito antes da conclusão do relatório final. Entre as próximas etapas, estão: a finalização dos laudos periciais; cruzamento de informações obtidas por geolocalização; análise detalhada das comunicações feitas pelo acusado nos dias anteriores e posteriores ao crime.
O caso continua sob grande repercussão na capital mineira. Familiares e colegas de trabalho de Laudemir cobram justiça e maior celeridade no processo.
Relembre o caso
Laudemir, que trabalhava como gari em Belo Horizonte, foi morto há duas semanas. O empresário Renê Júnior confessou a autoria do crime após ser preso. Desde então, a investigação busca consolidar as provas que sustentem a acusação, enquanto a defesa do réu ainda não se manifestou publicamente sobre as diligências em andamento.




