Associação Amigas da Cultura visita Santa Bárbara

  A Associação Amigas da Cultura esteve em Santa Bárbara no último dia 20 de maio. O grupo de mulheres visitou vários pontos turísticos do município como o Memorial Affonso Penna, a Casa do Mel e a Igreja Matriz de Santo Antônio.   No Memorial, além de uma visita as dependências do museu em homenagem […]

 

A Associação Amigas da Cultura esteve em Santa Bárbara no último dia 20 de maio. O grupo de mulheres visitou vários pontos turísticos do município como o Memorial Affonso Penna, a Casa do Mel e a Igreja Matriz de Santo Antônio.
 
No Memorial, além de uma visita as dependências do museu em homenagem ao ex-presidente santa-barbarense Affonso Penna, as 20 mulheres vindas de Belo Horizonte foram recebidas com uma apresentação de três alunos da Escola de Música – Estação da Música.
 
Ainda no Memorial, e na mesma ocasião, o prefeito de Santa Bárbara Toninho Timbira recebeu o diretor-presidente da Cenibra, Paulo Eduardo Rocha Brant, e sua equipe.
 
 A Associação Amigas da Cultura é uma entidade formada por mulheres, sem fins lucrativos, em atividade regular e contínua por mais de meio século (1953-2005), pioneira no trabalho voltado ao público feminino de propagação, da arte e cultura, de incentivo ao conhecimento da realidade cultural mineira e brasileira e de luta pela preservação do patrimônio artístico e cultural de Minas Gerais e do Brasil
 
O grupo é reconhecido pela qualidade e em muitos casos pelo pioneirismo e ousadia de suas promoções culturais; pela atuação direta e indireta na descoberta e formação de novos valores artísticos mineiros, seja pela concessão de bolsas de estudo, apoio financeiro ou realização de eventos promocionais desses artistas como avant premières de peças teatrais, lançamentos de livros, vernissages e outros mais; pelo seu papel de financiadora e apoiadora de eventos culturais de artistas de renome e/ou desconhecidos – antes do surgimento das leis de incentivo à cultura – a Associação Amigas da Cultura é uma parte essencial, uma referência necessária e importante na história da vida cultural mineira no século XX e provavelmente, no século XXI.
 
A entidade surgiu de forma informal em 1953, por iniciativa de 3 mulheres de origem européia – Lilly Kraft pianista, nascida na Hungria, Maria Schreiber zoóloga e Anita Sulenti Uxa, ambas italianas – que vieram para Belo Horizonte, na conjuntura da 2ª Grande Guerra.