Câmara aprova implantação de ciclovias em Itabira

A segunda discussão e votação na reunião ordinária da Câmara Municipal de Itabira voltou a abordar o repasse de verbas para a construção de ciclovia nas principais vias urbanas do município, nesta terça-feira (18). Após o projeto de lei 56/2019, que concede abertura de crédito especial no orçamento da Prefeitura para tais fins ter sido […]

Câmara aprova implantação de ciclovias em Itabira

A segunda discussão e votação na reunião ordinária da Câmara Municipal de Itabira voltou a abordar o repasse de verbas para a construção de ciclovia nas principais vias urbanas do município, nesta terça-feira (18). Após o projeto de lei 56/2019, que concede abertura de crédito especial no orçamento da Prefeitura para tais fins ter sido aprovado na primeira discussão, vereadores que votaram contra na última reunião voltaram atrás na decisão e também votaram favoravelmente na reunião de hoje.

André Viana Madeira (Podemos) e Weverton Leandro Santos Andrade “Vetão” (PSB) – que haviam votado contra a matéria prevendo a destinação de R$ 200 mil do Fundo Especial de Gestão Ambiental (Fega) para a construção de ciclovias -, votaram a favor da matéria.

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De acordo com o vereador André Viana, a ciclovia, embora não possa ser considerada uma prioridade, faz parte do Plano de Mobilidade Urbana. Contudo, a falta de documentação impediu que ele fosse favorável ao repasse na primeira votação. “Eu votei contrário porque o parecer da Comissão de Justiça aconselhava a anexação do documento [Ata do Codema] junto ao projeto e não estava”, aponta. Vetão concordou com a ponderação de Viana e também aprovou o repasse.

O líder de governo, Neidson Dias Freitas (PP), reconheceu o erro cometido na primeira votação do projeto de lei, com a ausência de parte da documentação necessária, e ressaltou que tem chegado com frequência ao Legislativo projetos incompletos. “Eu já levei ao conhecimento do secretário de Governo e as demais secretarias que têm envolvimento na concepção dos projetos que são enviados do Executivo para o Legislativo, para que observem mais todas essas questões para que não  cheguem aqui projetos faltando documentos e com erros”, destacou. Segundo Neidson a falta de documentos tem provocado a necessidade de emendar projeto e posterior tramitação.

 

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