Vacinação contra o HPV para meninas começa hoje com campanha nas escolas
A vacina visa à prevenção do câncer de colo de útero para meninas de 11 a 13 anos.

A campanha de vacinação contra HPV começa hoje em Itabira, para meninas entre 11 e 13 anos. A vacina visa à prevenção do câncer de colo de útero. O período da campanha é de 10 de março a 8 de abril. A vacinação acontecerá em todas as escolas públicas e particulares da cidade. São três doses da vacina, sendo uma agora, a outra em 6 meses e a última após 5 anos, a partir daí a adolescente estará efetivamente imune à doença. A vacina é contraindicada em caso de gravidez.
O trabalho é realizado em parceria pela secretaria de Saúde e a secretaria de Educação. De acordo com a secretária adjunta de Saúde, Miriam Lage, a vacinação acontecerá nas escolas, pois é onde mais facilmente consegue-se contato com as adolescentes. “Foi feita uma organização fazendo um levantamento nominal de todas as adolescentes nessa faixa de etária de 11 a 13 anos nas escolas, para receberem a vacina. É necessária a autorização dos pais para que a menina seja vacinada. A adolescente pode, também, procurar a unidade básica de saúde para se imunizar”, explicou a secretária adjunta.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Reynaldo Damasceno, a vacinação será gradativa entre os anos de 2014 e 2016. Em 2015 a faixa etária de vacinação será de 9 a 11 anos, e em 2016 será fixada em 9 anos. “O objetivo é pegar a adolescente mais precocemente onde a resposta imunológica dela é melhor quanto à prevenção do câncer de colo de útero. Provavelmente ela não iniciou sua vida sexual. Então a resposta é mais eficaz” ressaltou o secretário.
Ainda de acordo com o secretário, existe a vontade da secretaria de Saúde, juntamente com o prefeito, de ampliar essa faixa etária de vacinação estipulada pelo ministério da Saúde. “Primeiro faremos a faixa etária que determina o ministério da Saúde, mas é possível que façamos, em Itabira, com uma faixa etária maior depois. Seriam as adolescentes de 14, 15 e 16 anos. Estamos estudando essa possibilidade”, destacou Reynaldo Damasceno.





