Pronto Atendimento fechado em Monlevade por tempo indeterminado

Com o fechamento da unidade hospitalar, o PA passará por reforma completa. Os oito pacientes que estão internados no local serão transferidos para o Hospital Margarida

Pronto Atendimento fechado em Monlevade por tempo indeterminado

O Pronto Atendimento de João Monlevade foi fechado por tempo indeterminado, devido à falta de ar condicionado. A informação foi fornecida pelo ex-prefeito Carlos Moreira (PSDB), em entrevista a uma rádio da cidade.Todos os atendimentos de urgência e emergência que eram feitos na Unidade de Saúde foram encerrados na manhã deste sábado, 17 de outubro, e vão ser realizados pelo corpo clínico do Hospital Margarida.

“Com este calor enorme, o ar condicionado que é central, vem se desgastando e precisa passar por reforma ampla. Todos os atendimentos serão feitos pelo hospital. Pedimos à população para colaborar e só procurar o Margarida em caso de emergência. O PA não tem condições de atender o povo. Será feita uma manutenção que demanda grande tempo para reparo. É desumano deixar as pessoas internadas no PA, assim como os funcionários trabalharem no intenso calor”, informou Carlos Moreira, lembrando que o prefeito Teófilo Torres (PSDB) e a secretária de Saúde, Andréa Peixoto, pediram que ele relatasse sobre o assunto.

Com o fechamento da unidade hospitalar, o PA passará por reforma completa. Os oito pacientes que estão internados no local serão transferidos para o Hospital Margarida. O problema no ar condicionado do pornto atendimento é denunciado há vários meses pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de João Monlevade (Sintramon), Carlos Silva.

A entidade chegou a protocolar denúncia no Ministério Público que inclusive teria notificado a Prefeitura e determinava o fechamento do PA. Segundo Carlos, ele passou as últimas 22 horas no Pronto Atendimento e constatou que a temperatura na sala de medicação e na enfermagem chegou aos 28,5 graus, às 22h dessa sexta-feira, 16. O sindicalista ressaltou: “Funcionários tiveram queda de pressão arterial e pacientes eram abanados com pedaços de papel”. (Com informações: Última Notícia)

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